terça-feira, 19 de novembro de 2013

Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade


Ganhos alavancados e a mobilidade adquirida são alguns atrativos; mas requisitos mínimos devem ser preenchidos

SÃO PAULO - O fascínio pela independência financeira e ganhos rápidos com títulos de renda variável vem atraindo cada vez mais pessoas físicas ao mercado de ações. O salto da categoria na BM&F Bovespa prova o fato: em 2002, o número dos investidores pessoa física na bolsa paulista era de 85,2 mil; já em novembro de 2010, eram mais de 614 mil, segundo dados da bolsa.O incremento, em grande parte subsidiado pelo avanço do Home Broker, popularizou a figura do trader, investidor que dedica parte do seu tempo observando o movimento diário do mercado, a fim de captar boas oportunidades de compra ou venda.Dentro desta categoria estão os positions (focados em investimentos de longo prazo),swing traders (focados em investimento de curto prazo) e day traders, estes em busca de operações de curtíssimo prazo. E essa diferença de maturação do investimento reflete diretamente na periodicidade dos gráficos utilizados por cada um.Fazendo uma ligação com a análise técnica, os positions utilizariam os gráficos semanais e mensais, mas, com grande frequência, esses investidores se baseiam na análise fundamentalista da empresa.A segunda leva de investidores exploram mais os gráficos diários, atrás de fundos e topos importantes, com o intuito de capturar tendências terciárias. Já os day traders são mais agressivos, dedicando seu tempo à volatilidade do mercado, auxiliados por gráficos entre a escala de 1 a 15 minutos no máximo, em caso de papéis com boa liquidez.Requisitos de um day traderNa visão de Rafael Pacheco, sócio da XTH Educação Financeira, para operar day trade o investidor deve ter muito conhecimento técnico e experiência no mercado, tendo em vista que são operações rápidas e com alto grau de alavancagem, fato que potencializa o risco de perda, como também de ganho.Além de disciplina e planejamento, indispensável em qualquer operação no mercado, Pacheco lista mais alguns requisitos importantes para o day trader:Tempo para se dedicar ao mercado;Bom volume de capital disponível;Bom desempenho emocional sob pressão;Bom controle de risco.“A questão tempo é fundamental no day trade”, afirma o sócio da XTH. “Operar no seu trabalho, enquanto dá conta de suas atividades, suscetível a interrupções frequentes, não é uma boa ideia”, ressalta. Para ser bem sucedido, é necessário reservar um período do dia para operar, geralmente na abertura do pregão.Em um day trade, é necessário supor que o operador conseguirá variações na ordem de 1% a 2%, tendo em vista os custos implícitos na operação e a possibilidade de alavancagem sem juros concedida pelas corretoras, o que potencializa o ganho. Daí a necessidade do bom controle de risco.Para Pacheco, a relação "lucro x custo" começa a ficar favorável quando o montante a ser operado ultrapassa os R$ 20 mil. Caso ao contrário, “simplesmente não vale a pena o esforço” - com exceção aos trades iniciais, quando o trader está aprendendo a “operar pequeno” a fim de ganhar experiência. Os simuladores são uma boa ferramenta também, mas a tendência de abandonar a carteira é muito grande, uma vez que o dinheiro utilizado é fictício.Os mitos do day tradeAntes de iniciar as operações de day trade, muitos investidores vão aos fóruns para colher mais informações sobre a modalidade de operação e geralmente encontram inúmeras opiniões, tanto a favor como contra o day trade.Pela incongruência das informações, foram criados muitos mitos em torno desse tipo de operação, estes desmistificados por Leandro Martins, analista e professor do Seu Consultor Financeiro.Um destes mitos é que operações de day trade são lucrativas apenas para a corretora, tendo em vista o fluxo de compra e venda diário. Na visão de Martins, aqueles investidores que operarem sem disciplina e sem um ótimo conhecimento do instrumental de análise técnica certamente irão conviver com essa realidade.Muitos dizem que o day trade é uma operação estressante, pois é preciso ficar várias horas à frente do computador e, necessariamente, operando o dia todo. “Na verdade, a forma mais recomendada de operar day trade é utilizando uma boa técnica metodológica, onde se pretende operar poucas vezes, acompanhando a volatilidade ocorrida durante o pregão”, ressalta o analista, que completa: “Esta volatilidade é conseguida, na maioria das vezes, nas primeiras duas horas de pregão”.Outro mito muito comum, também recorrente entre os swing traders, é que só se consegue ganhar na alta. Segundo Martins, o day trader pode operar vendido sem custos adicionais, podendo até casar a operação com opções. No caso do swing trade, o aluguel de ações é Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade

 ferramenta extremamente útil para operações na ponta vendedora, com atenção às taxas cobradas pela corretora.Vantagens do day tradeA possibilidade de alavancagem sem juros e a relativa independência em relação à tendência primária e secundária do mercado são algumas vantagens do day trade, avalia o professor do Seu Consultor Financeiro, além da possibilidade de “dormir tranquilo”, pois um day trader nunca encerra o dia posicionado.Outro ponto importante é o risco da operação, que relativamente é menos arriscada em relação aos investimentos de periodicidade maior, pois nas variações diárias há o risco da ocorrência de gaps, além do stop do day trade ser mais curto, pondera Martins.Do mesmo jeito que potencializa os ganhos, a alavancagem pode ser maléfica para o investidor menos experiente, enfatiza o analista, ao passo que recomenda este tipo de artifício àqueles operadores com ampla convivência com os gráficos e prática no mercado.Martins também enfatiza sobre como interpretar o instrumental da análise técnica em operações de day trade, uma vez que a lógica por trás da operação é totalmente diferente ao recomendado em operações de swing trade, além da mensuração do retorno, que deve ser calculado sempre pela relação risco x retorno, uma vez que o objetivo da operação é aproveitar a volatilidade do mercado.Ferramentas gráficas para o day tradeAo iniciar uma operação, o day trader primeiramente precisa selecionar bem os seus papéis, preferencialmente em ordem de liquidez, já que utilizará gráficos comcandles de minutos. Feita a escolha, é recomendado ter uma carteira para operações de day trade com poucos papéis e operar com no máximo dois ativos ao mesmo tempo, a fim de otimizar o trade e não se confundir, pois day trade requer muita concentração.Leandro Martins sugere focar as operações em papéis de ampla liquidez, como Petrobras e Vale, uma vez que abre a possibilidade de operar na periodicidade de 1 minuto, “onde apresenta melhores sinais, com a necessidade de alguns filtros para retirar falsos sinais nas indicações”, ressalta.Um dos pontos mais interessantes de se operar são os preenchimentos de gap intradiários, afirma Martins, sempre atento aos candlesticks de reversão (Doji e Martelos), números do ponto pivô, padrões gráficos (bandeira, canal...), figuras de reversão, cruzamento de médias móveis,fugas das Bandas de Bollinger. Enfim, o trader deve criar e adaptar seu próprio setup para operar com maior eficiência. Nesta missão, o backtest pode ser uma boa alternativa.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

franquias baratas


Franquia Yoi! Rolls & Temaki

Fundada em 2003, a rede de temakerias já conta com 34 unidades.Investimento Inicial: R$ 200 milRetorno do investimento: aproximadamente 18 mesesFaturamento Médio Mensal: Entre R$ 90 mil

Franquia Play Space

Franquia fundada em 1998, é especializada no divertimento infantil.Investimento Inicial: R$ 300 milTaxa de Franquia: R$ 60 milFaturamento Médio Mensal: Entre R$ 70 mil a R$ 88 mil

Franquia China House

Franquia especializada em comida chinesa já possui 16 unidades franqueadas.Investimento Inicial: R$ 230 milTaxa de Franquia: R$ 30 milFaturamento Médio Mensal: R$ 75  mil

Franquia Griletto

Rede de franquias fundada em 1983, especializada em fast-foodInvestimento Inicial: R$ 340 milTaxa de Franquia: R$ 45 milFaturamento Médio Mensal: R$ 100 mil

Franquia Tip Top

Franquia especializada em vestuário infantil e tem 86 lojasInvestimento Inicial: R$ 365 milTaxa de Franquia: R$ 40 milFaturamento Médio Mensal: R$ 80 mil

Franquia Espetinhos Mimi

Franquia de alimentação especializada em espetinhos. Confira os dados para abir uma unidade no formato empório:Investimento Inicial: R$ 250 milTaxa de Franquia: R$ 30 milFaturamento Médio Mensal: R$ 100 mil

Franquia Hope

A rede de franquia de lingerie foi fundada em 1966.Investimento Inicial: R$ 350 milTaxa de Franquia: R$ 40 milFaturamento Médio Mensal: R$ 115 mil

Franquia Premiatto

Franquia especializada em comida rápida, foi fundada em 1999.Investimento Inicial: R$ 455 milRetorno do investimento: 24 a 36 mesesFaturamento Médio Mensal: R$ 115 mil

Franquia VestCasa

Franquia especializada em produtos para casa, como decoração, cama, mesa e banho.Investimento Inicial: R$ 150 milRetorno do investimento: 12 a 18 mesesFaturamento Médio Mensal: R$ 80 mil

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

vantagens e desvantagens de investir em jóias

se chegar a uma resposta, vale a pena entender como o mercado de ouro se comporta. De acordo com o coordenador do curso de gestão em finanças da Veris, Fabrício Ferreira, os investidores olham para o ouro como um investimento bastante seguro. Assim, em momentos de crise financeira mundial, quando as economias nacionais passam por instabilidade, o preço do ouro sobe.Isso quer dizer que se a intenção é comprar jóias feitas de ouro, é importante observar a cotação do metal no mercado. “Em momentos de crise, os investidores se assustam e correm para investimentos mais seguros como títulos do tesouro, dólar e ouro”, diz o professor.O cenário atual, por exemplo, não é tão interessante para comprar, pois o metal está em um nível de preço muito elevado. “Agora é um péssimo momento se alguém quiser comprar jóia para investir; O preço do ouro vai cair quando passar a crise”, avalia o professor.Apesar de ser uma forma de investimento não tão tradicional, as jóias podem, sim, ser consideradas investimentos. A dica para quem for comprar é evitar as peças supervalorizadas por conta de design, por exemplo. O valor agregado desse trabalho dificilmente trará retorno. Isso quer dizer que se você compra uma peça feita por um designer famoso, por exemplo, quando quiser revender, não terá retorno por isso.“Todo o valor que foi agregado na peça dificilmente se valoriza no tempo, a não ser em casos especiais”, diz o professo. Ou seja, se você comprou uma peça de um profissional desconhecido e, posteriormente, ele fica famoso. São situações análogas as pinturas, explica o professor.Redução dos juros nos empréstimosPortanto, se o objetivo for investir, não compre as peças pensando no design. Além disso, observe como está a cotação do metal no mercado nacional. O professor ainda explica que uma vantagem de comprar jóias é o fato de ser possível usá-las como garantia em empréstimos, com juros bem interessantes.Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, a pessoa que quiser um empréstimo pode dar suas jóias como garantia e, caso aprovado, consegue um empréstimo com juros mais baixos. “O banco avalia na hora o valor das jóias e te concedo o empréstimo com taxas de juros mais baixas do que as modalidades comuns”, diz o professor.Vantagens de investir na compra de jóias-Em momentos de crise, costumam subir bastante acompanhando principalmente o preço do ouro;-Preservação do poder de compra. As jóias não perdem valor em cenário de alta inflação;-Em momentos de dificuldades pessoais, é um poderoso colateral usado em empréstimos a juros muito abaixo dos juros de mercado nas casas de penhores;-Liquidez mais alta do que alguns ativos físicos que também podem ser utilizados como reserva de investimento, tais como imóveis;-Dificilmente haverá perdas significativas, como pode acontecer com ativos financeiros, tais como ações e títulos.E as desvantagens desse investimento...-Exceto nos momentos de crise, não costumam ter grande valorização. Às vezes, podem até ficar abaixo da inflação, considerando-se intervalos de um ou dois anos;-Risco alto no Brasil, em função da segurança pública ser deficiente. As opções seriam guardar as jóias em empresas que fazem a guarda em cofres ou fazer seguro. Ambas as opções incorrem em custos adicionais que podem corroer eventuais ganhos;-Liquidez muito baixa na comparação com ativos financeiros. Em emergências, desfazer-se das jóias para obter recursos monetários pode representar uma perda significativa;Oportunidades nos leilões de jóiasQuando o assunto é investimento, o advogado Diego Maturo foca na compra de jóias em leilões, principalmente os realizados pela Caixa Econômica Federal. “Eu veja os itens do catálogo, vejo os preços e faço uma pesquisa de mercado antes de arrematar”, explica.Segundo ele, essa estratégia representa grande economia. Um anel de brilhantes de 10 pontos, que sairia R$ 1.000 no mercado, sai por R$ 300,00 num leilão. Caso alguma peça de um lote que tenha arrematado venha com algum defeito, você pode mandar restaurar, explica Maturo.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

investir em ouro


18,1%, o ouro registrou uma alta de 4,21%. Em 2012, o ouro foi o investimento mais rentável, e analistas têm expectativa de que a tendência de alta se mantenha, enquanto durar as incertezas na economia mundialCom uma valorização assim é normal que muitos investidores se perguntem “Como investir em ouro?”..

1. O ouro como ativo financeiro

O ouro é considerado um dos ativos financeiros mais seguros da economia mundial: além de ser um ativo físico, também lastreia a reserva monetária de inúmeras economias ao redor do globo, tendo seu valor e demanda sempre garantidos.Em função disso, o ouro é considerado uma reserva de valor e um porto seguro em tempos de crise e instabilidade financeira. No caso de descrença nos mercados acionários e de títulos de dívida de um governo, o ouro é uma proteção contra a desvalorização que os outros ativos irão sofrer.O Dólar também costuma ter esta função de reserva de valor, no entanto como também está sujeito a crises, o ouro acaba sempre sendo a reserva de última instância. Como ocorreu na crise americana iniciada em 2008, quando o preço do ouro registrou forte valorização.Por esses e outros fatores, o ouro atingiu uma rentabnilidade muito alta nos últimos anos, como vemos no gráfico a seguir.

2. Riscos de investir em ouro

Antes de tudo, não se engane!Apesar de ser um porto seguro em momentos de crise, investir em ouro de forma especulativa não é sinônimo de segurança nem rentabilidade. Muito pelo contrário, o valor do ouro muda a cada minuto e é extremamente volátil por conta de sua alta liquidez no mercado secundário.Além disso, os fatores que afetam a cotação do ouro são bastante diversos, para citar alguns como exemplo:Política monetária dos inúmeros países ao redor do mundo,Oferta e demanda de investidores individuais nas bolsas do mundo,Fluxos de importação e exportação do metal entre países,Períodos de sazonalidade durante o ano,Fatores naturais que possam afetar a extração do ouro

Para investimentos de curto prazo

É necessário muito conhecimento por parte do investidor, além de acompanhamento diário do mercado e das cotações do ativo.  Para o investidor individual que tem um conhecimento mediano do mercado financeiro, geralmente é recomendado optar por outros investimentos de mais fácil controle, como ações de grandes companhias ou títulos de dívida pública.

Para investimentos de longo prazo

O aconselhado é planejar um investimento a fim de proteger seu capital de flutuações bruscas da economia, e, se possível procurar compra-lo em momentos de relativa estabilidade econômica, quando a demanda é menor e o preço tende a estar mais baixo.Agora que já sabemos os riscos, vamos para as respostas das suas perguntas: Como investir em ouro? Quando investir em ouro? Qual o processo e os custos para se investir em ouro?

3. Como investir em ouro?

Para iniciar seu investimento em ouro o primeiro passo é escolher a maneira como quer investir. Existem maneiras diretas e indiretas de apostar no ouro como um investimento, os mais comuns e aconselháveis são: Contratos Futuros, fundos de investimento e o ouro físico em barras. Falaremos sobre outras formas, no entanto desaconselhamos o uso destas como investimento e explicaremos o porque.

a. Contratos futuros na BM&F Bovespa

Caso sua escolha seja esta, o próximo passo é buscar uma instituição financeira cadastrada na BM&F Bovespa, pode ser uma Corretora de Valores ou seu próprio banco (veja aqui todas as Corretoras de Valores da Bovespa).São negociados contratos fracionários de 0,225 g até 10 g, ou os contratos cheios, de 250 g. Por este sistema, além de obter maior liquidez para compra e venda, o investidor só paga a taxa de corretagem pela negociação, a custódia fica por conta da corretora. Nesse tipo de negociação o investimento em ouro se assemelha ao investimento em renda variável e, assim como atributação do imposto de renda em ações, é isento de imposto de renda para investimentos menores que R$ 20.000,00.Além disso, podem também ser exploradas outras formas de negociação como compras e vendas à termos e opções de compra de ouro, dando maior flexibilidade a estratégia do investidor que pode criar estratégias de como investir em ouro.Esta modalidade é recomendada para investidores que pretendem investir no curto e médio prazo, de maneira especulativa sobre o valor da moeda. No entanto é recomendado que o investidor já tenha alguma experiência neste mercado, antes de realizar este investimento.

b. Ouro físico, em barras de ouro

Para comprar ouro em barras o processo é um pouco mais complicado: é preciso buscar uma instituição financeira que comercialize o produto, fazer o cadastro e comprovar a sua renda nas compras acima de R$ 10.000,00.Além disso, é preciso encontrar um banco custodiante para guardar seu ouro e pagar uma taxa de custódia mensal sobre o volume financeiro mantido, esta pode variar de 0,07% a 0,15%.Outra opção para a compra física é negociar diretamente com uma distribuidora do metal, como a OM DTVM e a Marsam DTVM, e manter a custódia em casa. Sendo que nesse caso as distribuidoras geralmente cobram uma taxa de 1% sobre o valor negociado.Cabe destacar que nessa modalidade o risco de perda do ativo é maior, dado que não estaria mantido dentro de uma instituição financeira que detém segurança e seguro para os ativos em custódia.   Uma das desvantagens desta forma de investimento é a menor liquidez na hora da venda, sendo mais difícil encontrar uma contraparte disposta a comprar pelo preço de mercado.

c. Fundos de investimento em ouro

Esta é com certeza a opção mais acessível a maioria dos investidores, uma vez que você não precisa se preocupar com a burocracia de comprar o ouro em espécie e nem com os meandros do mercado futuro.Com fundos de investimento em ouro, o investir terceiriza a gestão deste ativo à um gestor profissional. O fundo pode tanto ser passivo, que compra o ouro e simplesmente sofre as variações no preço, ou ativo, que compra e vende ouro de acordo com o momento de mercado, buscando rentabilidades maiores.Exemplos de fundos que realizam este investimento e ouro são:- Caixa FI Ouro Multimercado LP: investimento mínimo de R$ 5.000, taxa de administração: 1,5% ao ano.- Órama Ouro Fundo de Investimento Multimercado: investimento mínimo de R$ 5.000, taxa de administração: 1,1% ao ano.

4. Outras formas de comprar ouro

Outros meios menos populares de comprar ouro são através da aquisição de joias e pelo mercado informal. Por;em nenhuma destas são recomendadas como forma de investimentos.

a. Compra de Jóias em Ouro

Pode se configurar como um investimento, no sentido em que o preço subirá atrelado à cotação do ouro. No entanto, deve-se lembrar que existe um custo de manutenção da joia, além de o trabalho do joalheiro e a marca da joia, pagos na compra, poderão não ser repassados no momento de venda.As negociações com este tipo de mercadoria são feitas por operações de penhor, que hoje em dia são centralizadas pela Caixa Econômica Federal no Brasil..

b. Mercado Informal de Ouro

É representado pelos vendedores ambulantes de ouro que representam certas casas de negociação.Embora o custo de negociação seja menor nestes casos, é extremamente desaconselhável comprar ouro desse modo, pois: o produto pode ter sido adulterado, não há garantia de liquidez em caso de revenda, não há registros de procedência legal deste ouro e muitos desses lugares atuam de maneira clandestina.

5. Quando Investir em Ouro?

Vale lembrar que a cotação do ouro no Brasil costuma seguir a dos contratos negociados em Nova York (COMEX) e, portanto inclui a variação cambial na conta. Desse modo, sempre que o Dólar desvalorizar frente ao real quer dizer que uma parte do ganho da valorização do ouro no Brasil será comprometida pela diferença da desvalorização cambial.Como citado anteriormente, o preço do ouro, ao contrário de outros ativos, tende a subir em momentos de instabilidade a cair em momentos de situação econômica favorável. Para investimentos de longo prazo para a proteção de capital, procure realizar a compra fora de momentos de crises econômicas...Para o longo prazo, vale lembrar que o ouro é objeto de desejo à milhares de anos séculos, e tudo indica que continuará assim por mais muito tempo.Ou você já conheceu uma mulher prefere ações da VALE3 ao invés de joias?!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

comprar carta contemplada

A diferença da carta de crédito para o financiamento é: na carta de crédito você só paga taxa de administração e correção monetária; no financiamento você paga taxas, correção e juros (o vilão da história).2. Um exemplo de hoje no site do Bradesco:2.1. Para financiar 200 mil você pagaria - 144 parcelas de R$ 3.327 e precisaria de uma renda mínima de 11 mil reais. Se você calcular quanto a mais você pagará no final dá 140% a mais valor financiado. Ou seja, 200 mil saem por cerca de R$ 480 mil reais.2.2. Já uma carta de 200 mil custaria – 144 parcelas de R$ 1.757 e precisaria de uma renda minima de 6,5 mil reais. Calculando o montante total gira em torno de 27% a mais do que o valor tirado na carta. 113% mais barato do que o financiamento que daria um valor total de cerca de R$ 254 mil reais. Ou seja, 226 mil reais mais barato!!! 3. Em ambos os casos você precisa ter uma parte do dinheiro na mão. No financiamento, dependendo do valor e do banco, eles só financiam até 60% do valor do imóvel (os outros 40% você tem que ter). Na carta de crédito contemplada você precisa ter a grana da entrada…4. A pegadinha está no tempo: o financiamento sai na hora e o consórcio você tem que esperar ser sorteado. Aí entra a dica de produção: existe um universo paralelo de venda de cartas JÁ CONTEMPLADAS. Obviamente quem vende uma carta contemplada pode estar em 2 situações:4.1. Usa isso para investir e cobra um agio enorme;4.2. Está precisando desesperadamente e dinheiro e cobra um agio baixo ou nenhum agio, ou ate desagio (cobra menos do que já pagou em prestações). Aí entra a sua persistencia em pesquisar. Eu, por exemplo, passei 15 dias procurando até achar uam carta com um desagio grande. Negocião.5. Mais dicas: Eu pesquisei várias empresas que fazem corretagem de cartas de crédito já contempladas. A mais séria e com melhor documentação foi a da qual compramos – www.consorciocontemplado.com.br. São três irmãos que atendem juntos. No site deles, apesar da cara feia, há diversas cartas a venda. Para ver se vale a pena você tem que fazer a seguinte continha:valor da entrada + (número de prestações X valor da prestação) – o resultado final você faz uma regra de 3 com o valor da carta (valor da carta = 100%, valor da compra é X%)6. No site hoje deles vou exemplicar com 2 cartas. veja a diferenca na oferta:6.1. Carta no valor de 156.000, com entrada de 56.900 e dívida de 124 prestações de 1531 reais. Se você aplicar a fórmula acima verá que essa carta sai por 58% além do valor da carta. Como uma carta comprada direto da empresa de crédito custa em torno de 27%, essa carta aqui exemplificada está com um ágio de 31%6.2. Veja um outro exemplo do mesmo site: Carta no valor de 195.000, com entrada de 93.000 e dívida de 95 prestações de 1627 reais. Aplicando a fórmula você verá que o valor total dá 27% a mais, ou seja, o mesmo que você pagaria se comprasse a carta direto do banco. Só que esta já está contemplada. É um bom negócio, sem ágio.7. Há várias empresas que vendem cartas. Um google básico e você encontrará diversas. Mas pesquise direitinho antes de comprar.  Conferira se a carta existe. Veja se as condições do site são as reais. E claro, não pague nada a ninguém sem ter certeza absoluta do negócio que você está fazendo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Dicas de como quitar a dívida do seu cartão de crédito


A situação exige uma revisão completa de hábitos e corte significativo de gastos: mantenha só o essencial. Se mesmo assim não conseguir, tente renegociar

SÃO PAULO - Diante de uma dificuldade financeira, você optou por pagar apenas o valor mínimo exigido na fatura do seu cartão, financiando o restante. Passados alguns meses, sua dívida cresceu muito, e agora você já teme perder o controle.Preocupado, você procura alternativas para quitar a sua dívida. No momento avalia a possibilidade de levantar um novo empréstimo pessoal, com prazo mais longo e prestações menores, para pagar integralmente a fatura do seu cartão. Certamente, esta não é a melhor solução!Não levante novas dívidasLevantar uma nova dívida para quitar outra não resolve o problema, muito ao contrário. Em geral, você acaba optando por alongar o prazo para reduzir o valor da prestação, o que implica em gastos ainda maiores com juros.Consolidar várias dívidas em uma única é outra solução que exige cautela, já que, em muitos casos, as condições oferecidas não são tão vantajosas, ou têm duração muito limitada, de forma que você não resolve o problema.Economize onde puderMas, então, o que fazer? Abaixo selecionamos algumas dicas simples que podem ajudá-lo a economizar em suas despesas mensais, o que certamente deve contribuir para o pagamento da sua dívida.Não gaste com supérfluosNão perca de vista a sua prioridade financeira no momento: pagar integralmente o saldo devedor do seu cartão. Suas decisões de consumo devem levar esta meta em consideração. Portanto, nada de comprar roupas ou sapatos novos, brinquedos para as crianças, CDs novos etc.Todos esses gastos podem esperar até você pagar a dívida do seu cartão. Aqui vai uma lembrança: segundo o IBGE, na média nacional brasileira, os gastos com vestuário, despesas pessoais e diversos respondem por entre 2,30% e 4,68% das despesas totais. Assim, ao reduzi-los pela metade, você cortaria entre 1,15% e 2,34% das suas despesas.Reinvente o seu lazerO objetivo aqui não é propor que você se tranque em casa e não faça mais nada até que a sua dívida esteja paga, mas que tenha mais controle na hora de gastar. Assim, que tal trocar o cinema com amigos, que só em entradas, pipoca e refrigerante pode custar mais de R$ 40, por um vídeo em casa, que lhe custará algo como R$ 10 e garante o mesmo divertimento?Corte gastos com telefoneMuitas das despesas que pesam no nosso orçamento hoje em dia não faziam parte dos gastos das famílias na década de 80. Um exemplo disso são os gastos com telefone celular. Use o seu telefone de forma consciente: se você sabe que a pessoa com quem quer falar está em casa, opte por ligar no telefone fixo. Os custos são bem menores.Economize com alimentaçãoCortar gastos supérfluos e não essenciais ajuda. Porém, dependendo do tamanho da sua dívida no cartão, pode não ser suficiente. Assim, é preciso fazer um esforço para cortar os grandes gastos. E um item que pesa bastante no orçamento de qualquer família é o gasto com alimentação.Opte por alimentos frescos da estação, ao invés de congelados. Pesquise produtos de marcas próprias. Ao invés de pedir pizza para entregar em casa, o que facilmente lhe custaria R$ 35, com refrigerante incluído, opte por comprar uma pizza semi-pronta e fazê-la em casa. Desta forma você economiza quase R$ 25! Faça as contas do número de vezes que pede pizza e veja o quanto pode economizar.Reveja seus gastos com transporteTomando como base o levantamento da ANP (Associação Nacional de Petróleo) quanto ao preço dos combustíveis no País, pode-se verificar que tanto no caso da gasolina quanto no do álcool há diferença de preços mesmo dentro de uma mesma cidade como São Paulo e Rio de Janeiro. Uma boa pesquisa de preços em postos confiáveis, assim como o uso mais consciente do seu carro, pode permitir uma boa economia.Aprenda a usar seu dinheiroEconomizar é apenas parte do problema. Para ser bem-sucedido, você precisa aprender a tomar decisões mais inteligentes para o seu dinheiro. Quando sair às compras, faça uma lista e deixe o cartão em casa. Antes de comprar, pergunte-se: será que eu preciso ou quero isso?Em caso afirmativo, pague à vista, de preferência em dinheiro. Isso faz com que você tenha uma consciência maior do gasto, do que a simples assinatura de uma fatura ou cheque. Não vá ao shopping para "passar tempo". Ao invés disso, procure outras atividades para ocupar a sua mente: leia um livro, dê um passeio com o seu cachorro, vá ao parque.Procure renegociarSe, mesmo após todos esses cortes, você perceber que não conseguirá quitar a sua dívida rapidamente, mantenha o plano de redução dos gastos, e entre em contato com o banco emissor do cartão para tentar uma renegociação da dívida. Agora que tem uma idéia mais clara das suas despesas e do potencial de economia mensal, você está mais preparado para renegociar.Caso tenha acumulado dívidas em mais de um cartão, dê preferência para aquele cujos juros são mais altos. Mas mantenha o pagamento mínimo do outro cartão em dia. Após pagar as suas dívidas, cancele o cartão cujos juros são mais altos e mantenha apenas o outro. No seu caso, que tende a usar o cartão para crédito, é importante optar pelo cartão que cobra juros mais baixos.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

inv3stie no tesouro nacional


Tesouro Direto é o melhor investimento para quem busca tranquilidade e segurança. O investimento é 100% garantido pelo Tesouro Nacional e a negociação de títulos é feita diretamente pela internet, de forma simples e fácil.PublicidadeO investidor tem a possibilidade de programar compras e vendas futuras, além de poder reinvestir, automaticamente, os juros semestrais recebidos ou o valor resgatado na data de vencimento. O valor do investimento varia de acordo com as suas possibilidades e necessidades. Você pode começar a investir a partir de R$ 30,00 ou 10% do valor do título.O Tesouro Direto é o investimento ideal para situações em que não se pode correr riscos, como um investimento para uma festa de casamento ou a compra de um apartamento, e para, no máximo, dois anos.Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor montar sua carteira de acordo com os seus objetivos, adequando prazos de vencimento e indexadores às suas necessidades.

Vantagens do Tesouro Direto

Segurança

Tesouro Direto é um investimento de baixo risco, uma vez que os ativos são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.Saiba mais

Facilidade

A compra e venda de títulos públicos é realizada diretamente pelo investidor pessoa física através da internet. No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, ao escolher os prazos e os indexadores dos títulos públicos que deseja comprar. Você também pode agendar suas aplicações com antecedência e regularidade. É uma ótima opção para quem quer investir com alta rentabilidade, segurança e liquidez.Saiba mais

Liquidez

O investidor pode vender o título antes da data de vencimento: a liquidez é garantida pelo Tesouro Nacional, por meio de leilões realizados semanalmente.Saiba mais

Prazo

O investidor tem flexibilidade para escolher títulos mais adequados a sua expectativa de prazo. Os prazos variam de poucos meses a muitos anos.Saiba mais

Preço

O investimento no Tesouro Direto é realizado de acordo com as suas necessidades: investimentos a partir de R$ 30,00 ou 10% do valor do título para compras normais e 1% do valor do título para compras programadas. Além disso, o teto mensal de compras por pessoa física subiu de R$ 400 mil para R$ 1 milhão.Saiba mais

Custo

Comprar os títulos pelo Tesouro Direto - através da internet - deixa o custo mais competitivo, uma vez que há a redução da taxa de intermediação. Outro incentivo é a redução da taxa de negociação da BM&FBovespa. A partir da terceira compra realizada pelo agendamento prévio, a porcentagem cai de 0,10% para 0,05%, e caso o cliente opte pelo reinvestimento de seus rendimentos, será isentado desta taxa de negociação.Saiba mais

Imposto de Renda

No Tesouro Direto, o imposto só é pago no momento de pagamento de juros, resgate ou vencimento.Saiba mais

Rentabilidade

É possível escolher a forma de remuneração dos títulos: há títulos com taxa pré-fixada no momento da emissão e outros que variam de acordo com um indexador de mercado. A rentabilidade da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado.Saiba mais

Remuneração

Com a variedade de formas de remuneração, prazos e valores, é possível criar uma carteira equilibrada e variada. Uma vez comprados os títulos, você receberá os rendimentos da aplicação até o vencimento do papel (data predeterminada para o resgate do título), quando os recursos são depositados em sua conta com o rendimento combinado. Mas sempre que precisar, você pode vendê-los antes de seu vencimento ao Tesouro Nacional às quartas-feiras, pelo seu valor de mercado.Saiba mais

Planejamento

O Tesouro Direto permite a realização de compras programadas, reinvestimento automático ou agendamento de venda.Saiba mais

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

7 maneiras de ganhar (mais) dinheiro em investimentos conservadores.Nestes tempos 


de grandes turbulências no mercado, muitas pessoas estão procurando um lugar mais seguro para aplicar o seu dinheiro. E os investimentos conservadores mais conhecidos são a poupança, os fundos de renda fixa, os CDBs e o Tesouro Direto.
Se você é daqueles que acha que a rentabilidade destas opções é muito baixa, saiba que não há milagres. Aqui se aplica a tese de que “o retorno (seja positivo ou negativo) é proporcional ao risco”!
Mas não desanime,  sempre dá para “tirar um pouco mais” destas aplicações. A seguir, 7 dicas básicas para você que busca melhores retornos, aliado à segurança.
1) Consolide investimentos:
Muitas vezes possuímos 2 ou 3 contas de bancos e, em cada uma delas, temos um pouco de dinheiro aplicado. O ideal seria tentar juntar estes valores em um lugar só.
Quanto maior o valor que você tem para investir, maior será sua chance de negociar uma melhor rentabilidade. Isso não vale para todas as aplicações: na poupança e no Tesouro Direto, o rendimento não depende do valor. Mas para os fundos de renda fixa e os CDBs, esta regra se aplica muito bem!
2) Faça investimentos com prazos maiores:
Outra dica importante é ter a possibilidade de deixar o dinheiro aplicado por um período maior de tempo. Isto lhe permite não só negociar melhores rentabilidades, mas também faz com que o imposto de renda seja menor (a alíquota é decrescente de acordo com o tempo de investimento). Isto não se aplica para a poupança, pelo menos não de maneira 100%: mas lembre-se que mesmo neste caso, se você resgatar o dinheiro fora da data de aniversário, você perde a rentabilidade do mês.
3) Tenha uma reserva financeira:
Esta na verdade é uma dica para garantir e permitir que você possa ter investimentos com prazos maiores. Mantenha um valor guardado para os imprevistos, de preferência em algum investimento de alta liquidez. Assim, se algum fato inesperado exigir um dinheiro extra, você não precisará resgatar as suas aplicações de longo prazo!
4) Pesquise muito:
Escolher um investimento para aplicar o seu dinheiro não difere muito de qualquer outro tipo de compra: é preciso pesquisar muito as diversas opções no mercado. Por exemplo, bancos menores costumam oferecem melhores rentabilidades, principalmente para CDBs. Obviamente, muitos destes bancos menores apresentam um risco de calote maior do que os grandes bancos. Mas, como os CDBs são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até o limite de R$250.000, o valor de sua aplicação (e não se esqueça de incluir os juros que irá receber) estaria resguardado. Assim, pense em investir dentro deste limite em um banco menor, para evitar qualquer risco de calote.
5) Não se acomode:
A tendência de todo ser humano é fazer o menor esforço possível. E isto se reflete em nossas decisões financeiras também. As vezes até sabemos que há opções melhores de rentabilidade em outras instituições financeiras … mas aí pensamos em todo o trabalho para abrir a conta, juntar a “papelada”, fazer a transferência etc. Não se acomode! Não há “almoço grátis” quando o assunto é dinheiro, na maioria das vezes o trabalho extra será recompensado.
6) Avalie os custos extras:
Na hora de avaliar se vale a pena mudar de investimento, não olhe apenas para a rentabilidade. É preciso levar em conta outros custos também: por exemplo, uma conta em um novo banco pode gerar despesas de mensalidade que antes não existiam.
7) Aproveite a vida:
Estar em constate busca por melhores opções de investimento e rentabilidade é sempre muito bom. Mas não deixe que isto se torne o seu único objetivo na vida

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

financiamento ou consórcio

Se você está pensando em comprar um carro novo, deve estar se deparando com ofertas de todos os tipos, com entradas variáveis, prazos flexíveis e inclusive oportunidade de fazer um consórcio. Dessa forma, precisa verificar suas necessidades e disponibilidades para escolher a melhor aletarnativa. Fazendo uma avaliação fria em termos financeiros, a melhor opção seria financiar o veículo com uma entrada maior, de 50% do valor, por exemplo, conseguindo uma taxa de juros mais baixa e sem alongar muito o prazo. Existem taxas menores que 1% ao mês nessas condições e você pagará um valor total na operação bem menor do que em parcelamentos de prazos muito dilatados. Nesses casos, a atratividade existe também em relação aos consórcios, porque não há variação das prestações e você já sai com o carro na mão. Fique apenas atento às taxas cobradas pelos bancos, tanto na abertura do crédito (TAC), como para a quitação antecipada, porque elas podem representar importante impacto nos juros efetivamente cobrados na operação. Longo prazo - Nos longos financiamentos, de até 72 meses, o carro pode sair pelo dobro. O valor das prestações fica menor, o que é interessante para muita gente, mas tem seus inconvenientes. Se não tem saída, os consórcios podem ser menos onerosos. Mas não pense que achou o mapa da mina, porque há inconvenientes. Você deve se lembrar que no consórcio não terá o bem de imediato e precisa contar com a hipótese de ser o último a ser sorteado. Se não tiver carro para usar nesse período, terá de levantar todas as despesas pagas com transporte para verificar se vale a pena reduzir os gastos com juros, mas ter outros custos relevantes. Fazendo apenas a comparação financeira, o consórcio é mais barato. Usando como exemplo o Honda Fit LX MT, bastante divulgado nos jornais, vemos uma clara diferença. Em um financiamento de 60 meses, sem entrada, o veículo, que tem preço à vista de R$ 45.215,00, terá prestações de R$ 1.138,51, conforme anúncio veiculado. Nesse exemplo, incluindo a taxa de abertura de crédito (TAC) de R$ 600,00, a taxa de juros embutida será de 1,5% ao mês ou 19% ao ano. No total, pagará R$ 68.310,6 pelo veículo ou 51% a mais do que o valor do carro à vista. É uma taxa ainda elevada e essa alternativa deveria ser evitada. Pela simulação do Consórcio Nacional Honda, com o mesmo prazo de 60 meses e para um crédito de R$ 45.215,00, o cliente pagaria prestações mensais de R$ 871,00. A operação embute uma taxa de 0,49% ao mês, ou 6% ao ano, bem mais interessante do que no financiamento. No total, você pagaria R$ 52.260,00 ou 15,6% a mais pelo veículo, mais de acordo com a realidade. Mas você não pode acreditar que as prestações serão mantidas estáveis até o final do plano. Elas sobem de acordo com o valor do carro novo, todo ano. Apesar de não haver uma correção monetária da parcela, ela varia coforme o valor do automóvel. Ou seja, se o carro subir 5% ano ano, sua prestação poderia aumentar em cerca de 30% até o final e o preço pago seria bem maior. Também pode ter problemas, caso o carro escolhido pare se ser fabricado ou sofra mudança que resulte em significativo aumento do preço. Essa alteração poderia promover um grande reajuste das parcelas. É claro que o valor do seu crédito subiria, mas imagine que você já tenha sido contemplado. Ficará com o modelo antigo e pagando as prestações mais elevadas. Troca - Outra alternativa seria você já possuir um veículo e fazer um consórcio para uma eventual troca no futuro. No caso do Honda Fit, você poderia fazer um consórcio equivalente a 75% do veículo, ou R$ 33.911,25, correspondente a 60 prestações de R$ 672,90. Essa operação teria uma taxa embutida de 0,59% ao mês ou 7,3% ao ano, equivalente ao prazo longo. Nesse plano, ao ser contemplado, você teria que pagar à vista a diferença para o veículo. Pelo Honda Fit LX MT, de R$ 45,215,00, teria que pagar R$ 11.303,75. Assim, ao ser sorteado, poderia vender seu veículo e quitar essa parcela. Porém, como abordamos no início, o ideal mesmo seria vender seu automóvel no mercado e dar o valor como entrada em um financiamento, desde que reduza significativamente os juros do financiamento. As concessionárias possuem planos com taxas bem menores, conforme o valor da entrada e o prazo de pagamento.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

10 franquias para abrir com investimento de até R$ 10 mil

O mercado de franquias tem sido a chance que muita gente esperava para virar dono do próprio negócio. O apoio da franqueadora e o negócio testado estão entre as vantagens vistas pelos empreendedores. Mesmo quem não tem muito dinheiro para investir inicialmente encontra oportunidades. Hoje, existe um mercado que pode se encaixar nesse perfil: o das microfranquias, que custam até 10 mil reais. Leia também:Como as redes sociais podem ajudar os microempreendedoresLivros que te ensinam a ser um bom líderMas como fazer parte desse segmento? O jornalista e diretor de comunicação Luiz Rodrigues da empresa virtual Oficialize- plataforma on-line que realiza e oferece consultoria para abertura de empresas - esclarece algumas questões sobre empreededorismo. Aproveite e veja algumas opções de microfranquias.O que é uma franquia?Muitas pessoas associam apenas com redes de fast-food , mas existem mais de 100 tipos de franquia em todas as categorias. Basicamente, são licenças de empresas já constituídas - vendidas por aqueles que as criaram - exemplo a franquia Cacau Show.Quem vende é o franqueador e quem compra e executa é o franqueado. Existem regras e diretrizes já estabelecidas pelo franqueador.Como saber se realmente é um bom negócio para ser investido?Um das melhores formas de analisar um mercado é ter acesso a quantidade de pessoas que buscam por determinado produto ou serviço num certo intervalo de tempo. É válido contratar empresas que fazem pesquisas de mercado, ou então, realizar um levantamento na internet.Uma das vantagens de abrir uma franquia é aproveitar a imagem corporativa já estabelecida - a marca da empresa - pois os consumidores tendem a comprar mais de um nome familiar ou de uma empresa que confia.É oferecido treinamento aos franqueados, e uma vez adquirido o modelo de negócio, o trabalho é concentrado na execução da empresa.Quais são os pré-requisitos para poder abrir uma franquia?Inicialmente é necessário ter possibilidade financeira para realizar um investimento, selecione o proprietário da franquia com que deseja trabalhar. Por exemplo, se quer abrir uma fast-food, você encontrará um número de franquias nacionais e internacionais como McDonalds ou Subway, pesquise com calma.Agende uma entrevista com um representante do escritório central para descobrir quais são os requisitos. Além disso, peça dados estatísticos sobre as operações e retornos da franquia e descubra que tipo de treinamento, marketing e apoio que a representante da franquia pode oferecer-lhe.Em seguida, revise todas as informações e coloque-as num plano de negócios. Certifique-se de que seu plano de negócio inclui os custos de investimento estimado e retornos projetados.Conheça as melhores e mais baratas franquias por até R$ 10 mil.1. Light DepilQual é o negócio da empresa? Serviço de depilação à luz pulsada de forma delivery.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.www.lightdepil.com.br2. AcquazeroQual é o negócio da empresa? Lavagem ecológica de automóveis à seco.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 6 mil.www.acquazero.com.br3. Disk Manicure FranchisingQual é o negócio da empresa? Presta serviços de manicure e pedicure em domicílio.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.www.diskmanicure.com4. + DepilQual é o negócio da empresa? Clínica especializada no tratamento estético.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5,2 mil.www.maisdepil.com.br5. Amigo computadorQual é o negócio da empresa? Manutenção para computadores de micro e pequenas empresas.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 7,5 mil.www.amigocomputador.com.br6. Auto BrasilQual é o negócio da empresa? Especializada em bloqueadores e rastreadores veiculares.Quanto custa para se investir? A partir de 4,7 mil.www.portalautobrasil.com.br7. Auto Spa ExpressQual é o negócio da empresa? Lavagem e estética automotiva.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.www.autospaexpress.com.br8. Micro franquia SmartzQual é o negócio da empresa? Franquia Virtual de Reforço escolar. (Home-based).Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.www.smartz.com.br9. Magic UpQual é o negócio da empresa? Venda de artigos e brinquedos para mágica.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.www.magicup.com.br10. GigatronQual é o negócio da empresa? Venda de soluções de softwares de automação, controle e gestão.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.www.gigatron.com.brObserve que os valores que constam são para o investimento inicial de compra da licença, outros custos decorrerão para efetivação e manutenção do empreendimento. No Brasil esta comercialização têm respaldo legal pela Lei das Franquias Empresariais 8.955 de 14/02/94.

PORTABILIDADE DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO


PORTABILIDADE DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

Conceito: consiste no direito que tem a pessoa que possui um financiamento de imóvel com um banco de transferir para outro banco o saldo devedor deste financiamento caso consiga com este outro banco uma taxa de juros menor. A garantia de pagamento do financiamento acompanha a mudança de banco.Legislação: Lei Federal 12.703/2012 já em vigor aguardando regulamentação; Lei Federal n.º 9.514/97 art.25. A falta de regulamentação da lei esta prejudicando a portabilidade. Alguns bancos demoram meses para autorizar ou simplesmente deixam na espera, demorando a fornecer os dados necessários.Objetivo: favorecer o mutuário (tomador do financiamento junto ao banco) concedendo a este o direito de buscar reduzir suas prestações ou valor das parcelas ainda não pagas. Vantagens: juros menores com redução do saldo devedor. Controle total sobre tua divida.Desvantagens: na prática pode não ser vantajoso. A legislação não levou em conta os custos com a portabilidade. Um comerciante não tem obrigação de vender seus serviços gratuitamente e nenhuma lei pode obriga-lo e, portanto transferir o contrato implica em custos mesmo que menores.Anuência do credor: o financiamento imobiliário já prevê a quitação do saldo devedor a qualquer tempo e os bancos (nem todos) costumam colocar no boleto de pagamento mensal o valor total do saldo caso o mutuário queira quita-lo. Não há porque se negarem a permitir a portabilidade. Devem fornecer declaração de quitação para ser levado ao cartório de imóveis provando ter recebido os créditos devidos ou participar no contrato de transferência como interveniente quitante.Quitação do saldo devedor: a quitação do saldo devedor com o banco de origem do financiamento ocorre quando o novo banco pagar o saldo devedor informado. Não é você quem paga o banco e sim o banco que receberá a portabilidade. O banco de origem não emite termo de quitação porque o saldo devedor é quitado somente junto a este e transferido para outro banco. Como a averbação do termo de quitação extingue a garantia de pagamento do financiamento este não é emitido e somente ocorrerá quando o saldo total for pago para o banco que recebeu a portabilidade. Assim o termo de quitação não é fornecido e levada a registro na matricula imobiliária do imóvel. Temos então uma quitação do contrato e não do financiamento. Extingue-se o contrato por quitação da divida junto ao banco de origem e transfere-se o financiamento.Averbação da portabilidade: o contrato de portabilidade deve ser levado ao Cartório de Registro de Imóveis e averbado (anotado) na matricula imobiliária do imóvel para transferir os direitos de recebimento do crédito e também a garantia de Alienação Fiduciária ao banco que recebe a portabilidade. Trata-se de transferência do financiamento e, portanto não ocorre o registro do contrato e sim a averbação noticiando a troca de banco a quem interessar.Cartório de Imóveis: recebe o documento de transferência do financiamento para ser anotado na matricula do imóvel transferindo automaticamente a garantia do contrato de financiamento para o banco que recebe a portabilidade. Os custos de cartório são pagos a vista e, portanto solicite antecipadamente analise da documentação para saber exatamente quanto lhe será cobrado. Os documentos da portabilidade são entregues ao cartório que fará a avaliação do custo.Custos da portabilidade: quem paga os custos de cartório é o mutuário e, portanto todo o cuidado é pouco, pois mesmo com valores menores do que um registro pode não valer a pena. Convém calcular com cuidado desde a taxa de juros até os custos de transferência para saber exatamente se ficará mais barato ou não. Toda a atenção no valor das parcelas e no número de parcelas faltantes. Em qualquer site de cartório de imóveis do seu estado você terá acesso à tabela de emolumentos (preços). O valor da transferência será calculado pelo saldo devedor do contrato. Fica em torno de 50% do valor do registro de uma compra de imóvel. Além do valor de averbação com valor declarado o cartório cobra o valor da prenotação (solicitação da averbação), arquivamento dos documentos, indicações e certidões emitidas.Isenções: a legislação não prevê qualquer tipo de isenção ou redução nos custos da portabilidade junto ao Cartório de Imóveis.Descontos: a legislação não prevê qualquer desconto.ITBI: a transferência é de credor e, portanto não existe imposto de transmissão para ser pago.IOF: não é cobrado imposto sobre operações financeiras na transação. Trata-se de transferência e não nova operação de crédito. O IOF somente poderá ser cobrado se além de transferir o saldo devedor você solicite um valor a mais diluído junto com o saldo.Documentos: no cartório de imóveis o mutuário deverá apresentar a Escritura Particular de Portabilidade de financiamento Imobiliário (com força d escritura pública) para averbação acompanhado da Declaração (ou termo) de quitação com o banco original. Esta Declaração (ou termo) fica dispensada se na escritura o banco de origem aparecer como interveniente quitante quando este participa do contrato atestando ter recebido seus créditos.Seguros do contrato: transfere-se com a portabilidade. É do banco o dever de providenciar a comunicação da portabilidade e efetuar os pagamentos.Prazo da portabilidade: muito demorado, pode levar meses.Banco credor quitante:- deve fornecer os seus dados e dados do banco em no máximo 15 dias para que o banco que receberá a portabilidade possa fazer a documentação.- não pode suspender serviços prestados a você como fechar conta corrente, reduzi cheque especial, etc. por estar perdendo o financiamento para outro banco. Isso se chama venda casa “às avessas” que é quando o banco ameaça te excluir de algo para te pressionar a permanecer com o financiamento neste banco.- deve fornecer o termo de quitação do saldo devedor se não constar na Escritura como interveniente quitante (recebedor dos créditos dando quitação ao contrato).- não pode cobrar taxas para receber o saldo devedor.Banco credor da portabilidade:

- pode cobrar taxa de vistoria e analise jurídica, portanto fique atento aos valores. A taxa de administração do contrato é diluída na prestação como sempre ocorre. Uma analise jurídica fica em torno de 1 mil reais e uma avaliação varia em torno de 500 reais (Resolução CMN 3.919, de 2010).- não pode cobrar imposto de operações financeiras para receber o saldo devedor- não pode impor aquisição de produtos e serviços do banco como compra de seguros, exigência de investimentos em poupança, etc.- não pode impor teu registro no cadastro positivo. Este cadastro repassa para terceiros dados sobre como você se comporta perante o banco como pagador (Resolução CMN 3.401, de 2006).Denuncia: em caso de abuso ou negativa de portabilidade pelos bancos o consumidor deve denunciar ao Banco central do Brasil. Link para denuncia no site do BC.http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/bcb/reclamacaoDenuncia.aspObs.: nenhum comerciante ou prestador de serviços é obrigado a aceitar um cliente. Assim, na pratica, o banco pode recusar tua portabilidade se te oferecer um serviço e você negar-se a aceitar. Sempre tenha uma testemunha que te permita poder denunciar eventuais abusos.Se você mutuário de financiamento de qualquer tipo receber telefonema de qualquer banco te oferecendo a portabilidade do seu financiamento a juros menores denuncie ao Banco Central. O objetivo da legislação não é promover a pratica da concorrência desleal e sim conceder ao mutuário o direito de reduzir sua divida quando achar necessário.

Corretora indica 5 papéis que pagam bons dividendos para outubro


Corretora indica 5 papéis que pagam bons dividendos para outubro

A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de dividendos para o mês de outubro sem alterações

SÃO PAULO - A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de dividendos para o mês de outubro sem alterações.Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespaOs papéis que permaneceram no portfólio da corretora foram: Cemig (CMIG4), Vale (VALE5), Cielo (CIEL3), Telefônica (VIVT4), Alupar (ALUP11) e BB Seguridade (BBSE3).Quer saber mais sobre os termos usados no mercado financeiro? Acesse o glossário InfoMoneyDesempenho no mêsA carteira XP dividendos encerrou setembro com alta de 5,8%, ante resultado positivo de 4,66% do Ibovespa.Confira o portfólio da corretora para outubro:

Financiamento imobiliário: melhor reduzir o prazo ou o valor das parcelas?


Financiamento imobiliário: melhor reduzir o prazo ou o valor das parcelas?

O mutuário pode pode fazer amortizações extras a qualquer momento durante o período do financiamento

SÃO PAULO - Muitas pessoas utilizam o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do 13º salário para amortizar o financiamento imobiliário. Nesse momento é comum, a dúvida do que é melhor: reduzir o tempo do financiamento ou diminuir o valor da prestação.Para a Proteste- Associação dos Consumidores, do ponto de vista financeiro, a melhor opção é sempre diminuir o prazo. Isso porque os juros são cobrados sempre sobre o saldo devedor. Dessa maneira, quanto mais tempo pagando as prestações, maior o valor referente a juros que irá pagar.Ao antecipar estas parcelas, o mutuário consegue quitar mais rápido os financiamento. “Além disso, deixará de pagar taxa de serviços administrativos referente aos meses que quitar, além da redução dos valores dos seguros MIP (Morte e Invalidez Permanente) e DFI (Danos Físicos do Imóvel) que estão embutidos nas parcelas que serão antecipadas.”A associação destaca ainda que a pessoa pode fazer amortizações extras a qualquer momento durante o período do financiamento. Os bancos não podem se negar a receber o pagamento antecipado. Se isso acontecer, é indicado fazer uma denúncia no Banco Central.FGTSNo caso da amortização pelo uso do FGTS, a Proteste explica que o recurso só pode ser utilizado se imóvel foi concedido regularmente no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).Além disso, ele só pode ser usado no intervalo de dois anos contados a partir do último uso e o mutuário não pode ter parcelas em atraso.Menor custoPor fim, a Proteste orienta que quem for adquirir qualquer empréstimo ou financiamento, deve analisar bem a condição de pagamento, o quanto da renda mensal será onerada com as parcelas. Vale também pesquisar o maior número de instituições antes de tomar a sua decisão. “Busque sempre o menor Custo Efetivo Total , pois essa é a única forma de garantir o menor custo.”Caso a pessoa tenha outras dívidas, como cheque especial ou rotativo do cartão de crédito, dê preferência para quitá-las, pois possuem os maiores juros encontrados no mercado – e este pode ser um bom momento para pagá-las.