quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Dicas de como quitar a dívida do seu cartão de crédito
A situação exige uma revisão completa de hábitos e corte significativo de gastos: mantenha só o essencial. Se mesmo assim não conseguir, tente renegociar
SÃO PAULO - Diante de uma dificuldade financeira, você optou por pagar apenas o valor mínimo exigido na fatura do seu cartão, financiando o restante. Passados alguns meses, sua dívida cresceu muito, e agora você já teme perder o controle.Preocupado, você procura alternativas para quitar a sua dívida. No momento avalia a possibilidade de levantar um novo empréstimo pessoal, com prazo mais longo e prestações menores, para pagar integralmente a fatura do seu cartão. Certamente, esta não é a melhor solução!Não levante novas dívidasLevantar uma nova dívida para quitar outra não resolve o problema, muito ao contrário. Em geral, você acaba optando por alongar o prazo para reduzir o valor da prestação, o que implica em gastos ainda maiores com juros.Consolidar várias dívidas em uma única é outra solução que exige cautela, já que, em muitos casos, as condições oferecidas não são tão vantajosas, ou têm duração muito limitada, de forma que você não resolve o problema.Economize onde puderMas, então, o que fazer? Abaixo selecionamos algumas dicas simples que podem ajudá-lo a economizar em suas despesas mensais, o que certamente deve contribuir para o pagamento da sua dívida.Não gaste com supérfluosNão perca de vista a sua prioridade financeira no momento: pagar integralmente o saldo devedor do seu cartão. Suas decisões de consumo devem levar esta meta em consideração. Portanto, nada de comprar roupas ou sapatos novos, brinquedos para as crianças, CDs novos etc.Todos esses gastos podem esperar até você pagar a dívida do seu cartão. Aqui vai uma lembrança: segundo o IBGE, na média nacional brasileira, os gastos com vestuário, despesas pessoais e diversos respondem por entre 2,30% e 4,68% das despesas totais. Assim, ao reduzi-los pela metade, você cortaria entre 1,15% e 2,34% das suas despesas.Reinvente o seu lazerO objetivo aqui não é propor que você se tranque em casa e não faça mais nada até que a sua dívida esteja paga, mas que tenha mais controle na hora de gastar. Assim, que tal trocar o cinema com amigos, que só em entradas, pipoca e refrigerante pode custar mais de R$ 40, por um vídeo em casa, que lhe custará algo como R$ 10 e garante o mesmo divertimento?Corte gastos com telefoneMuitas das despesas que pesam no nosso orçamento hoje em dia não faziam parte dos gastos das famílias na década de 80. Um exemplo disso são os gastos com telefone celular. Use o seu telefone de forma consciente: se você sabe que a pessoa com quem quer falar está em casa, opte por ligar no telefone fixo. Os custos são bem menores.Economize com alimentaçãoCortar gastos supérfluos e não essenciais ajuda. Porém, dependendo do tamanho da sua dívida no cartão, pode não ser suficiente. Assim, é preciso fazer um esforço para cortar os grandes gastos. E um item que pesa bastante no orçamento de qualquer família é o gasto com alimentação.Opte por alimentos frescos da estação, ao invés de congelados. Pesquise produtos de marcas próprias. Ao invés de pedir pizza para entregar em casa, o que facilmente lhe custaria R$ 35, com refrigerante incluído, opte por comprar uma pizza semi-pronta e fazê-la em casa. Desta forma você economiza quase R$ 25! Faça as contas do número de vezes que pede pizza e veja o quanto pode economizar.Reveja seus gastos com transporteTomando como base o levantamento da ANP (Associação Nacional de Petróleo) quanto ao preço dos combustíveis no País, pode-se verificar que tanto no caso da gasolina quanto no do álcool há diferença de preços mesmo dentro de uma mesma cidade como São Paulo e Rio de Janeiro. Uma boa pesquisa de preços em postos confiáveis, assim como o uso mais consciente do seu carro, pode permitir uma boa economia.Aprenda a usar seu dinheiroEconomizar é apenas parte do problema. Para ser bem-sucedido, você precisa aprender a tomar decisões mais inteligentes para o seu dinheiro. Quando sair às compras, faça uma lista e deixe o cartão em casa. Antes de comprar, pergunte-se: será que eu preciso ou quero isso?Em caso afirmativo, pague à vista, de preferência em dinheiro. Isso faz com que você tenha uma consciência maior do gasto, do que a simples assinatura de uma fatura ou cheque. Não vá ao shopping para "passar tempo". Ao invés disso, procure outras atividades para ocupar a sua mente: leia um livro, dê um passeio com o seu cachorro, vá ao parque.Procure renegociarSe, mesmo após todos esses cortes, você perceber que não conseguirá quitar a sua dívida rapidamente, mantenha o plano de redução dos gastos, e entre em contato com o banco emissor do cartão para tentar uma renegociação da dívida. Agora que tem uma idéia mais clara das suas despesas e do potencial de economia mensal, você está mais preparado para renegociar.Caso tenha acumulado dívidas em mais de um cartão, dê preferência para aquele cujos juros são mais altos. Mas mantenha o pagamento mínimo do outro cartão em dia. Após pagar as suas dívidas, cancele o cartão cujos juros são mais altos e mantenha apenas o outro. No seu caso, que tende a usar o cartão para crédito, é importante optar pelo cartão que cobra juros mais baixos.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
inv3stie no tesouro nacional
Tesouro Direto é o melhor investimento para quem busca tranquilidade e segurança. O investimento é 100% garantido pelo Tesouro Nacional e a negociação de títulos é feita diretamente pela internet, de forma simples e fácil.PublicidadeO investidor tem a possibilidade de programar compras e vendas futuras, além de poder reinvestir, automaticamente, os juros semestrais recebidos ou o valor resgatado na data de vencimento. O valor do investimento varia de acordo com as suas possibilidades e necessidades. Você pode começar a investir a partir de R$ 30,00 ou 10% do valor do título.O Tesouro Direto é o investimento ideal para situações em que não se pode correr riscos, como um investimento para uma festa de casamento ou a compra de um apartamento, e para, no máximo, dois anos.Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor montar sua carteira de acordo com os seus objetivos, adequando prazos de vencimento e indexadores às suas necessidades.
Vantagens do Tesouro Direto
Segurança
Tesouro Direto é um investimento de baixo risco, uma vez que os ativos são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.Saiba mais
Facilidade
A compra e venda de títulos públicos é realizada diretamente pelo investidor pessoa física através da internet. No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, ao escolher os prazos e os indexadores dos títulos públicos que deseja comprar. Você também pode agendar suas aplicações com antecedência e regularidade. É uma ótima opção para quem quer investir com alta rentabilidade, segurança e liquidez.Saiba mais
Liquidez
O investidor pode vender o título antes da data de vencimento: a liquidez é garantida pelo Tesouro Nacional, por meio de leilões realizados semanalmente.Saiba mais
Prazo
O investidor tem flexibilidade para escolher títulos mais adequados a sua expectativa de prazo. Os prazos variam de poucos meses a muitos anos.Saiba mais
Preço
O investimento no Tesouro Direto é realizado de acordo com as suas necessidades: investimentos a partir de R$ 30,00 ou 10% do valor do título para compras normais e 1% do valor do título para compras programadas. Além disso, o teto mensal de compras por pessoa física subiu de R$ 400 mil para R$ 1 milhão.Saiba mais
Custo
Comprar os títulos pelo Tesouro Direto - através da internet - deixa o custo mais competitivo, uma vez que há a redução da taxa de intermediação. Outro incentivo é a redução da taxa de negociação da BM&FBovespa. A partir da terceira compra realizada pelo agendamento prévio, a porcentagem cai de 0,10% para 0,05%, e caso o cliente opte pelo reinvestimento de seus rendimentos, será isentado desta taxa de negociação.Saiba mais
Imposto de Renda
No Tesouro Direto, o imposto só é pago no momento de pagamento de juros, resgate ou vencimento.Saiba mais
Rentabilidade
É possível escolher a forma de remuneração dos títulos: há títulos com taxa pré-fixada no momento da emissão e outros que variam de acordo com um indexador de mercado. A rentabilidade da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado.Saiba mais
Remuneração
Com a variedade de formas de remuneração, prazos e valores, é possível criar uma carteira equilibrada e variada. Uma vez comprados os títulos, você receberá os rendimentos da aplicação até o vencimento do papel (data predeterminada para o resgate do título), quando os recursos são depositados em sua conta com o rendimento combinado. Mas sempre que precisar, você pode vendê-los antes de seu vencimento ao Tesouro Nacional às quartas-feiras, pelo seu valor de mercado.Saiba mais
Planejamento
O Tesouro Direto permite a realização de compras programadas, reinvestimento automático ou agendamento de venda.Saiba mais
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
7 maneiras de ganhar (mais) dinheiro em investimentos conservadores.Nestes tempos
de grandes turbulências no mercado, muitas pessoas estão procurando um lugar mais seguro para aplicar o seu dinheiro. E os investimentos conservadores mais conhecidos são a poupança, os fundos de renda fixa, os CDBs e o Tesouro Direto.
Se você é daqueles que acha que a rentabilidade destas opções é muito baixa, saiba que não há milagres. Aqui se aplica a tese de que “o retorno (seja positivo ou negativo) é proporcional ao risco”!
Mas não desanime, sempre dá para “tirar um pouco mais” destas aplicações. A seguir, 7 dicas básicas para você que busca melhores retornos, aliado à segurança.
1) Consolide investimentos:
Muitas vezes possuímos 2 ou 3 contas de bancos e, em cada uma delas, temos um pouco de dinheiro aplicado. O ideal seria tentar juntar estes valores em um lugar só.
Quanto maior o valor que você tem para investir, maior será sua chance de negociar uma melhor rentabilidade. Isso não vale para todas as aplicações: na poupança e no Tesouro Direto, o rendimento não depende do valor. Mas para os fundos de renda fixa e os CDBs, esta regra se aplica muito bem!
2) Faça investimentos com prazos maiores:
Outra dica importante é ter a possibilidade de deixar o dinheiro aplicado por um período maior de tempo. Isto lhe permite não só negociar melhores rentabilidades, mas também faz com que o imposto de renda seja menor (a alíquota é decrescente de acordo com o tempo de investimento). Isto não se aplica para a poupança, pelo menos não de maneira 100%: mas lembre-se que mesmo neste caso, se você resgatar o dinheiro fora da data de aniversário, você perde a rentabilidade do mês.
3) Tenha uma reserva financeira:
Esta na verdade é uma dica para garantir e permitir que você possa ter investimentos com prazos maiores. Mantenha um valor guardado para os imprevistos, de preferência em algum investimento de alta liquidez. Assim, se algum fato inesperado exigir um dinheiro extra, você não precisará resgatar as suas aplicações de longo prazo!
4) Pesquise muito:
Escolher um investimento para aplicar o seu dinheiro não difere muito de qualquer outro tipo de compra: é preciso pesquisar muito as diversas opções no mercado. Por exemplo, bancos menores costumam oferecem melhores rentabilidades, principalmente para CDBs. Obviamente, muitos destes bancos menores apresentam um risco de calote maior do que os grandes bancos. Mas, como os CDBs são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) até o limite de R$250.000, o valor de sua aplicação (e não se esqueça de incluir os juros que irá receber) estaria resguardado. Assim, pense em investir dentro deste limite em um banco menor, para evitar qualquer risco de calote.
5) Não se acomode:
A tendência de todo ser humano é fazer o menor esforço possível. E isto se reflete em nossas decisões financeiras também. As vezes até sabemos que há opções melhores de rentabilidade em outras instituições financeiras … mas aí pensamos em todo o trabalho para abrir a conta, juntar a “papelada”, fazer a transferência etc. Não se acomode! Não há “almoço grátis” quando o assunto é dinheiro, na maioria das vezes o trabalho extra será recompensado.
6) Avalie os custos extras:
Na hora de avaliar se vale a pena mudar de investimento, não olhe apenas para a rentabilidade. É preciso levar em conta outros custos também: por exemplo, uma conta em um novo banco pode gerar despesas de mensalidade que antes não existiam.
7) Aproveite a vida:
Estar em constate busca por melhores opções de investimento e rentabilidade é sempre muito bom. Mas não deixe que isto se torne o seu único objetivo na vida
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
financiamento ou consórcio
Se você está pensando em comprar um carro novo, deve estar se deparando com ofertas de todos os tipos, com entradas variáveis, prazos flexíveis e inclusive oportunidade de fazer um consórcio. Dessa forma, precisa verificar suas necessidades e disponibilidades para escolher a melhor aletarnativa. Fazendo uma avaliação fria em termos financeiros, a melhor opção seria financiar o veículo com uma entrada maior, de 50% do valor, por exemplo, conseguindo uma taxa de juros mais baixa e sem alongar muito o prazo. Existem taxas menores que 1% ao mês nessas condições e você pagará um valor total na operação bem menor do que em parcelamentos de prazos muito dilatados. Nesses casos, a atratividade existe também em relação aos consórcios, porque não há variação das prestações e você já sai com o carro na mão. Fique apenas atento às taxas cobradas pelos bancos, tanto na abertura do crédito (TAC), como para a quitação antecipada, porque elas podem representar importante impacto nos juros efetivamente cobrados na operação. Longo prazo - Nos longos financiamentos, de até 72 meses, o carro pode sair pelo dobro. O valor das prestações fica menor, o que é interessante para muita gente, mas tem seus inconvenientes. Se não tem saída, os consórcios podem ser menos onerosos. Mas não pense que achou o mapa da mina, porque há inconvenientes. Você deve se lembrar que no consórcio não terá o bem de imediato e precisa contar com a hipótese de ser o último a ser sorteado. Se não tiver carro para usar nesse período, terá de levantar todas as despesas pagas com transporte para verificar se vale a pena reduzir os gastos com juros, mas ter outros custos relevantes. Fazendo apenas a comparação financeira, o consórcio é mais barato. Usando como exemplo o Honda Fit LX MT, bastante divulgado nos jornais, vemos uma clara diferença. Em um financiamento de 60 meses, sem entrada, o veículo, que tem preço à vista de R$ 45.215,00, terá prestações de R$ 1.138,51, conforme anúncio veiculado. Nesse exemplo, incluindo a taxa de abertura de crédito (TAC) de R$ 600,00, a taxa de juros embutida será de 1,5% ao mês ou 19% ao ano. No total, pagará R$ 68.310,6 pelo veículo ou 51% a mais do que o valor do carro à vista. É uma taxa ainda elevada e essa alternativa deveria ser evitada. Pela simulação do Consórcio Nacional Honda, com o mesmo prazo de 60 meses e para um crédito de R$ 45.215,00, o cliente pagaria prestações mensais de R$ 871,00. A operação embute uma taxa de 0,49% ao mês, ou 6% ao ano, bem mais interessante do que no financiamento. No total, você pagaria R$ 52.260,00 ou 15,6% a mais pelo veículo, mais de acordo com a realidade. Mas você não pode acreditar que as prestações serão mantidas estáveis até o final do plano. Elas sobem de acordo com o valor do carro novo, todo ano. Apesar de não haver uma correção monetária da parcela, ela varia coforme o valor do automóvel. Ou seja, se o carro subir 5% ano ano, sua prestação poderia aumentar em cerca de 30% até o final e o preço pago seria bem maior. Também pode ter problemas, caso o carro escolhido pare se ser fabricado ou sofra mudança que resulte em significativo aumento do preço. Essa alteração poderia promover um grande reajuste das parcelas. É claro que o valor do seu crédito subiria, mas imagine que você já tenha sido contemplado. Ficará com o modelo antigo e pagando as prestações mais elevadas. Troca - Outra alternativa seria você já possuir um veículo e fazer um consórcio para uma eventual troca no futuro. No caso do Honda Fit, você poderia fazer um consórcio equivalente a 75% do veículo, ou R$ 33.911,25, correspondente a 60 prestações de R$ 672,90. Essa operação teria uma taxa embutida de 0,59% ao mês ou 7,3% ao ano, equivalente ao prazo longo. Nesse plano, ao ser contemplado, você teria que pagar à vista a diferença para o veículo. Pelo Honda Fit LX MT, de R$ 45,215,00, teria que pagar R$ 11.303,75. Assim, ao ser sorteado, poderia vender seu veículo e quitar essa parcela. Porém, como abordamos no início, o ideal mesmo seria vender seu automóvel no mercado e dar o valor como entrada em um financiamento, desde que reduza significativamente os juros do financiamento. As concessionárias possuem planos com taxas bem menores, conforme o valor da entrada e o prazo de pagamento.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
10 franquias para abrir com investimento de até R$ 10 mil
O mercado de franquias tem sido a chance que muita gente esperava para virar dono do próprio negócio. O apoio da franqueadora e o negócio testado estão entre as vantagens vistas pelos empreendedores. Mesmo quem não tem muito dinheiro para investir inicialmente encontra oportunidades. Hoje, existe um mercado que pode se encaixar nesse perfil: o das microfranquias, que custam até 10 mil reais. Leia também:Como as redes sociais podem ajudar os microempreendedoresLivros que te ensinam a ser um bom líderMas como fazer parte desse segmento? O jornalista e diretor de comunicação Luiz Rodrigues da empresa virtual Oficialize- plataforma on-line que realiza e oferece consultoria para abertura de empresas - esclarece algumas questões sobre empreededorismo. Aproveite e veja algumas opções de microfranquias.O que é uma franquia?Muitas pessoas associam apenas com redes de fast-food , mas existem mais de 100 tipos de franquia em todas as categorias. Basicamente, são licenças de empresas já constituídas - vendidas por aqueles que as criaram - exemplo a franquia Cacau Show.Quem vende é o franqueador e quem compra e executa é o franqueado. Existem regras e diretrizes já estabelecidas pelo franqueador.Como saber se realmente é um bom negócio para ser investido?Um das melhores formas de analisar um mercado é ter acesso a quantidade de pessoas que buscam por determinado produto ou serviço num certo intervalo de tempo. É válido contratar empresas que fazem pesquisas de mercado, ou então, realizar um levantamento na internet.Uma das vantagens de abrir uma franquia é aproveitar a imagem corporativa já estabelecida - a marca da empresa - pois os consumidores tendem a comprar mais de um nome familiar ou de uma empresa que confia.É oferecido treinamento aos franqueados, e uma vez adquirido o modelo de negócio, o trabalho é concentrado na execução da empresa.Quais são os pré-requisitos para poder abrir uma franquia?Inicialmente é necessário ter possibilidade financeira para realizar um investimento, selecione o proprietário da franquia com que deseja trabalhar. Por exemplo, se quer abrir uma fast-food, você encontrará um número de franquias nacionais e internacionais como McDonalds ou Subway, pesquise com calma.Agende uma entrevista com um representante do escritório central para descobrir quais são os requisitos. Além disso, peça dados estatísticos sobre as operações e retornos da franquia e descubra que tipo de treinamento, marketing e apoio que a representante da franquia pode oferecer-lhe.Em seguida, revise todas as informações e coloque-as num plano de negócios. Certifique-se de que seu plano de negócio inclui os custos de investimento estimado e retornos projetados.Conheça as melhores e mais baratas franquias por até R$ 10 mil.1. Light DepilQual é o negócio da empresa? Serviço de depilação à luz pulsada de forma delivery.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.www.lightdepil.com.br2. AcquazeroQual é o negócio da empresa? Lavagem ecológica de automóveis à seco.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 6 mil.www.acquazero.com.br3. Disk Manicure FranchisingQual é o negócio da empresa? Presta serviços de manicure e pedicure em domicílio.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.www.diskmanicure.com4. + DepilQual é o negócio da empresa? Clínica especializada no tratamento estético.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5,2 mil.www.maisdepil.com.br5. Amigo computadorQual é o negócio da empresa? Manutenção para computadores de micro e pequenas empresas.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 7,5 mil.www.amigocomputador.com.br6. Auto BrasilQual é o negócio da empresa? Especializada em bloqueadores e rastreadores veiculares.Quanto custa para se investir? A partir de 4,7 mil.www.portalautobrasil.com.br7. Auto Spa ExpressQual é o negócio da empresa? Lavagem e estética automotiva.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 9,9 mil.www.autospaexpress.com.br8. Micro franquia SmartzQual é o negócio da empresa? Franquia Virtual de Reforço escolar. (Home-based).Quanto custa para se investir? A partir de R$ 5 mil.www.smartz.com.br9. Magic UpQual é o negócio da empresa? Venda de artigos e brinquedos para mágica.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.www.magicup.com.br10. GigatronQual é o negócio da empresa? Venda de soluções de softwares de automação, controle e gestão.Quanto custa para se investir? A partir de R$ 10 mil.www.gigatron.com.brObserve que os valores que constam são para o investimento inicial de compra da licença, outros custos decorrerão para efetivação e manutenção do empreendimento. No Brasil esta comercialização têm respaldo legal pela Lei das Franquias Empresariais 8.955 de 14/02/94.
PORTABILIDADE DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO
PORTABILIDADE DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO
Conceito: consiste no direito que tem a pessoa que possui um financiamento de imóvel com um banco de transferir para outro banco o saldo devedor deste financiamento caso consiga com este outro banco uma taxa de juros menor. A garantia de pagamento do financiamento acompanha a mudança de banco.Legislação: Lei Federal 12.703/2012 já em vigor aguardando regulamentação; Lei Federal n.º 9.514/97 art.25. A falta de regulamentação da lei esta prejudicando a portabilidade. Alguns bancos demoram meses para autorizar ou simplesmente deixam na espera, demorando a fornecer os dados necessários.Objetivo: favorecer o mutuário (tomador do financiamento junto ao banco) concedendo a este o direito de buscar reduzir suas prestações ou valor das parcelas ainda não pagas. Vantagens: juros menores com redução do saldo devedor. Controle total sobre tua divida.Desvantagens: na prática pode não ser vantajoso. A legislação não levou em conta os custos com a portabilidade. Um comerciante não tem obrigação de vender seus serviços gratuitamente e nenhuma lei pode obriga-lo e, portanto transferir o contrato implica em custos mesmo que menores.Anuência do credor: o financiamento imobiliário já prevê a quitação do saldo devedor a qualquer tempo e os bancos (nem todos) costumam colocar no boleto de pagamento mensal o valor total do saldo caso o mutuário queira quita-lo. Não há porque se negarem a permitir a portabilidade. Devem fornecer declaração de quitação para ser levado ao cartório de imóveis provando ter recebido os créditos devidos ou participar no contrato de transferência como interveniente quitante.Quitação do saldo devedor: a quitação do saldo devedor com o banco de origem do financiamento ocorre quando o novo banco pagar o saldo devedor informado. Não é você quem paga o banco e sim o banco que receberá a portabilidade. O banco de origem não emite termo de quitação porque o saldo devedor é quitado somente junto a este e transferido para outro banco. Como a averbação do termo de quitação extingue a garantia de pagamento do financiamento este não é emitido e somente ocorrerá quando o saldo total for pago para o banco que recebeu a portabilidade. Assim o termo de quitação não é fornecido e levada a registro na matricula imobiliária do imóvel. Temos então uma quitação do contrato e não do financiamento. Extingue-se o contrato por quitação da divida junto ao banco de origem e transfere-se o financiamento.Averbação da portabilidade: o contrato de portabilidade deve ser levado ao Cartório de Registro de Imóveis e averbado (anotado) na matricula imobiliária do imóvel para transferir os direitos de recebimento do crédito e também a garantia de Alienação Fiduciária ao banco que recebe a portabilidade. Trata-se de transferência do financiamento e, portanto não ocorre o registro do contrato e sim a averbação noticiando a troca de banco a quem interessar.Cartório de Imóveis: recebe o documento de transferência do financiamento para ser anotado na matricula do imóvel transferindo automaticamente a garantia do contrato de financiamento para o banco que recebe a portabilidade. Os custos de cartório são pagos a vista e, portanto solicite antecipadamente analise da documentação para saber exatamente quanto lhe será cobrado. Os documentos da portabilidade são entregues ao cartório que fará a avaliação do custo.Custos da portabilidade: quem paga os custos de cartório é o mutuário e, portanto todo o cuidado é pouco, pois mesmo com valores menores do que um registro pode não valer a pena. Convém calcular com cuidado desde a taxa de juros até os custos de transferência para saber exatamente se ficará mais barato ou não. Toda a atenção no valor das parcelas e no número de parcelas faltantes. Em qualquer site de cartório de imóveis do seu estado você terá acesso à tabela de emolumentos (preços). O valor da transferência será calculado pelo saldo devedor do contrato. Fica em torno de 50% do valor do registro de uma compra de imóvel. Além do valor de averbação com valor declarado o cartório cobra o valor da prenotação (solicitação da averbação), arquivamento dos documentos, indicações e certidões emitidas.Isenções: a legislação não prevê qualquer tipo de isenção ou redução nos custos da portabilidade junto ao Cartório de Imóveis.Descontos: a legislação não prevê qualquer desconto.ITBI: a transferência é de credor e, portanto não existe imposto de transmissão para ser pago.IOF: não é cobrado imposto sobre operações financeiras na transação. Trata-se de transferência e não nova operação de crédito. O IOF somente poderá ser cobrado se além de transferir o saldo devedor você solicite um valor a mais diluído junto com o saldo.Documentos: no cartório de imóveis o mutuário deverá apresentar a Escritura Particular de Portabilidade de financiamento Imobiliário (com força d escritura pública) para averbação acompanhado da Declaração (ou termo) de quitação com o banco original. Esta Declaração (ou termo) fica dispensada se na escritura o banco de origem aparecer como interveniente quitante quando este participa do contrato atestando ter recebido seus créditos.Seguros do contrato: transfere-se com a portabilidade. É do banco o dever de providenciar a comunicação da portabilidade e efetuar os pagamentos.Prazo da portabilidade: muito demorado, pode levar meses.Banco credor quitante:- deve fornecer os seus dados e dados do banco em no máximo 15 dias para que o banco que receberá a portabilidade possa fazer a documentação.- não pode suspender serviços prestados a você como fechar conta corrente, reduzi cheque especial, etc. por estar perdendo o financiamento para outro banco. Isso se chama venda casa “às avessas” que é quando o banco ameaça te excluir de algo para te pressionar a permanecer com o financiamento neste banco.- deve fornecer o termo de quitação do saldo devedor se não constar na Escritura como interveniente quitante (recebedor dos créditos dando quitação ao contrato).- não pode cobrar taxas para receber o saldo devedor.Banco credor da portabilidade:
- pode cobrar taxa de vistoria e analise jurídica, portanto fique atento aos valores. A taxa de administração do contrato é diluída na prestação como sempre ocorre. Uma analise jurídica fica em torno de 1 mil reais e uma avaliação varia em torno de 500 reais (Resolução CMN 3.919, de 2010).- não pode cobrar imposto de operações financeiras para receber o saldo devedor- não pode impor aquisição de produtos e serviços do banco como compra de seguros, exigência de investimentos em poupança, etc.- não pode impor teu registro no cadastro positivo. Este cadastro repassa para terceiros dados sobre como você se comporta perante o banco como pagador (Resolução CMN 3.401, de 2006).Denuncia: em caso de abuso ou negativa de portabilidade pelos bancos o consumidor deve denunciar ao Banco central do Brasil. Link para denuncia no site do BC.http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/bcb/reclamacaoDenuncia.aspObs.: nenhum comerciante ou prestador de serviços é obrigado a aceitar um cliente. Assim, na pratica, o banco pode recusar tua portabilidade se te oferecer um serviço e você negar-se a aceitar. Sempre tenha uma testemunha que te permita poder denunciar eventuais abusos.Se você mutuário de financiamento de qualquer tipo receber telefonema de qualquer banco te oferecendo a portabilidade do seu financiamento a juros menores denuncie ao Banco Central. O objetivo da legislação não é promover a pratica da concorrência desleal e sim conceder ao mutuário o direito de reduzir sua divida quando achar necessário.
Corretora indica 5 papéis que pagam bons dividendos para outubro
Corretora indica 5 papéis que pagam bons dividendos para outubro
A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de dividendos para o mês de outubro sem alterações
SÃO PAULO - A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de dividendos para o mês de outubro sem alterações.Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespaOs papéis que permaneceram no portfólio da corretora foram: Cemig (CMIG4), Vale (VALE5), Cielo (CIEL3), Telefônica (VIVT4), Alupar (ALUP11) e BB Seguridade (BBSE3).Quer saber mais sobre os termos usados no mercado financeiro? Acesse o glossário InfoMoneyDesempenho no mêsA carteira XP dividendos encerrou setembro com alta de 5,8%, ante resultado positivo de 4,66% do Ibovespa.Confira o portfólio da corretora para outubro:
Financiamento imobiliário: melhor reduzir o prazo ou o valor das parcelas?
Financiamento imobiliário: melhor reduzir o prazo ou o valor das parcelas?
O mutuário pode pode fazer amortizações extras a qualquer momento durante o período do financiamento
SÃO PAULO - Muitas pessoas utilizam o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do 13º salário para amortizar o financiamento imobiliário. Nesse momento é comum, a dúvida do que é melhor: reduzir o tempo do financiamento ou diminuir o valor da prestação.Para a Proteste- Associação dos Consumidores, do ponto de vista financeiro, a melhor opção é sempre diminuir o prazo. Isso porque os juros são cobrados sempre sobre o saldo devedor. Dessa maneira, quanto mais tempo pagando as prestações, maior o valor referente a juros que irá pagar.Ao antecipar estas parcelas, o mutuário consegue quitar mais rápido os financiamento. “Além disso, deixará de pagar taxa de serviços administrativos referente aos meses que quitar, além da redução dos valores dos seguros MIP (Morte e Invalidez Permanente) e DFI (Danos Físicos do Imóvel) que estão embutidos nas parcelas que serão antecipadas.”A associação destaca ainda que a pessoa pode fazer amortizações extras a qualquer momento durante o período do financiamento. Os bancos não podem se negar a receber o pagamento antecipado. Se isso acontecer, é indicado fazer uma denúncia no Banco Central.FGTSNo caso da amortização pelo uso do FGTS, a Proteste explica que o recurso só pode ser utilizado se imóvel foi concedido regularmente no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).Além disso, ele só pode ser usado no intervalo de dois anos contados a partir do último uso e o mutuário não pode ter parcelas em atraso.Menor custoPor fim, a Proteste orienta que quem for adquirir qualquer empréstimo ou financiamento, deve analisar bem a condição de pagamento, o quanto da renda mensal será onerada com as parcelas. Vale também pesquisar o maior número de instituições antes de tomar a sua decisão. “Busque sempre o menor Custo Efetivo Total , pois essa é a única forma de garantir o menor custo.”Caso a pessoa tenha outras dívidas, como cheque especial ou rotativo do cartão de crédito, dê preferência para quitá-las, pois possuem os maiores juros encontrados no mercado – e este pode ser um bom momento para pagá-las.
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